Aquilo que não tem nome não existe
As redes sociais dominam a produção de conteúdo, ditam o que aparece e o que desaparece, quais os debates importantes, qual a velocidade e o impacto da conversa. Tudo que é produzido nas redes pertence a plataforma em que foi criado. O pensamento negro de lésbicas, bissexuais, pansexuais, crítico e político, já não encontravam espaço pra reverberar antes do fenômeno

